A pergunta que não sai da cabeça dos brasileiros voltou a ganhar força: Neymar vai conseguir jogar a próxima Copa do Mundo? Em meio a lesões, cirurgias, pressão intensa e cobranças constantes, o futuro do craque segue cercado de dúvidas. Agora, uma análise astrológica trouxe novos elementos para essa discussão e reacendeu o debate sobre o momento mais delicado — e talvez mais decisivo — da carreira do jogador.
Durante uma participação no programa Bora Brasil, o astrólogo André Mantovanni analisou o atual ciclo de Neymar e explicou por que este período pode representar uma virada importante, mas também cheia de desafios. Segundo ele, o jogador acabou de sair de um chamado “ano sete”, um ciclo ligado à pausa, introspecção e cuidados com a saúde. Coincidentemente, foi exatamente esse o momento em que Neymar passou por cirurgia e precisou se afastar dos gramados.
De acordo com a análise, o ano sete costuma forçar as pessoas a parar, refletir e rever caminhos. Não é um período de grandes conquistas externas, mas de ajustes internos. No caso de Neymar, isso teria se manifestado de forma clara: lesões, interrupções e a necessidade de cuidar do corpo e da mente.

A mudança acontece agora. A partir de fevereiro, Neymar entra em um “ano oito”, considerado um dos ciclos mais fortes da numerologia. Esse é o ano da colheita, dos resultados, da força profissional e do reconhecimento. É também um período em que tudo o que foi construído — ou mal administrado — tende a cobrar seu preço.
Segundo André Mantovanni, esse novo ciclo abre espaço para que Neymar volte a apresentar resultados, mostre foco e se aproxime daquela versão do jogador que o público aprendeu a admirar. No entanto, o astrólogo faz um alerta importante: não se trata de um retorno automático ao auge do passado.
Ele explica que o Neymar de alguns anos atrás, que encantava o mundo com performances constantes em altíssimo nível, talvez seja difícil de reencontrar. Não por falta de talento, mas porque a vida é feita de ciclos. Nem mesmo grandes desempenhos duram para sempre, especialmente após tantas lesões, cirurgias e uma pressão constante que vai muito além do campo.
O ano oito também traz desafios significativos. É um período que exige maturidade, responsabilidade e escolhas conscientes. Tudo o que for feito de forma inconsequente pode gerar consequências negativas. Por isso, a forma como Neymar irá conduzir sua vida profissional e pessoal neste momento será determinante.
Um ponto que sempre acompanha o nome do jogador é a exposição fora de campo. Polêmicas, fofocas, festas e situações que frequentemente ganham mais destaque do que o futebol em si. Questionado sobre isso, Mantovanni afirmou que o mapa astrológico de Neymar naturalmente atrai exposição e situações que acabam vindo à tona, mesmo quando ele não busca por isso.

Ainda assim, o astrólogo acredita que este novo ciclo tende a trazer mais foco na carreira. Por ser um ano ligado ao trabalho, aos resultados e às decisões profissionais, a tendência é que Neymar esteja mais concentrado em definir seus próximos passos e em buscar um desfecho consistente para sua trajetória no futebol.
Isso não significa que escândalos estejam completamente descartados. Segundo a análise, o ano oito cobra maturidade. Caso ela não venha, os efeitos negativos aparecem com força. Mas, se houver consciência, o período pode marcar uma fase de maior estabilidade.
Outro aspecto levantado durante a conversa foi a mudança de comportamento do jogador nos últimos tempos. Observadores notaram que Neymar tem aparecido mais ao lado da família, dos filhos e da esposa, diferente de fases anteriores em que a vida noturna e a exposição social eram mais frequentes.
Para Mantovanni, essa aproximação com o núcleo familiar faz sentido dentro do mapa do jogador. Ele explica que Neymar tem, no fundo, um desejo forte por estabilidade emocional, pertencimento e segurança afetiva. No entanto, esse desejo entra em conflito com uma personalidade jovem, inquieta e rebelde.
Segundo o astrólogo, Neymar tem dificuldades em lidar com a maturidade da vida adulta. Isso não seria falta de vontade, mas resultado de uma trajetória extremamente precoce. Desde muito cedo, ele foi arrancado da infância, lançado ao estrelato, cercado de dinheiro, expectativas e pressão mundial.
A genialidade descoberta ainda muito jovem fez com que ele tivesse que amadurecer rápido demais, sem tempo para construir certas etapas emocionais. O mundo passou a enxergá-lo como um mito antes mesmo que ele pudesse se entender como indivíduo. Isso, inevitavelmente, gerou conflitos internos.
Mantovanni acredita que esse processo de amadurecimento ainda está em curso. A espiritualidade, o autoconhecimento e a compreensão de quem ele realmente é fora do personagem público seriam caminhos importantes para que Neymar consiga aproveitar melhor esse novo ciclo.
O ano decisivo, portanto, não será apenas sobre voltar a jogar bem ou disputar a Copa. Será sobre como Neymar irá lidar com limites, frustrações, responsabilidades e escolhas. O talento nunca esteve em dúvida. A questão agora é equilíbrio.
A análise astrológica não traz garantias, mas aponta tendências. E a principal delas é clara: este é um momento de cobrança. Um período em que o jogador pode colher frutos importantes, mas também enfrentar desafios intensos se não houver foco e maturidade.
Para o torcedor brasileiro, fica a esperança. A esperança de que Neymar encontre não apenas condições físicas para voltar aos gramados, mas também estabilidade emocional para sustentar esse retorno. A Copa pode até estar no horizonte, mas o caminho até ela passa, antes de tudo, por dentro.